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terça-feira ago 17, 2010

UNIRE no portal IG

bebe-dormindo

Bebês recém-nascidos devem dormir, em média, de 15 a 18 horas por dia. Lactentes precisam de 13 a 15 horas. Os números comprovam que o sono é fundamental no dia a dia do bebê – e existem maneiras de fazer com que a hora de ir dormir não se transforme, sem trocadilho, em um pesadelo.

Do berço à alimentação da criança, tudo faz diferença na hora de dormir. A começar pela posição. “A posição supina, de barriga para cima, é a mais indicada, mas dormir de lado também é aceitável. O que não é aconselhável de modo algum é deixar a criança dormir de barriga para baixo, pois a posição aumenta o risco da Síndrome da Morte Súbita [mal que faz com que as crianças menores de um ano parem de respirar, ainda sem causa determinada]”, explica o médico antroposófico Derblai Sebben, que estudou Ritmos Biológicos na USP (Universidade de São Paulo) e Medicina do Sono na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Gisele Aguilar, psicóloga e professora da agência de babás Unire Desenvolvimento Humano, e Rosa Resegue Ferreira da Silva, doutora em ciências do Departamento de Pediatria da Unifesp, falam sobre a importância de tornar o berço do bebê aconchegante sem que o local fique cheio de mais de cobertas, brinquedos e travesseiros. “O berço não pode ser amplo demais também, nem ter o colchão muito mole, especialmente para o recém-nascido”, afirma a pediatra. “Os bebês menores de três meses podem se sufocar com pouca coisa. Desta forma, nesta idade são recomendados apenas travesseiros pequenos, não fofos e finos”, completa a psicóloga.

Tomando as medidas se segurança, não tema deixar seu filho sozinho no berço. “O bebê precisa entender que tem seu próprio espaço, por isso, é importante que ele jamais durma na cama dos pais”, diz Rosa. Derblai, porém, atenta para o fato de que, nos primeiros seis meses de vida, o berço pode ficar no quarto dos pais. “Nessa idade é normal a criança acordar muitas vezes durante a noite e, estando ao lado da mãe, o atendimento é mais rápido e a criança se sente mais segura”, recomenda o médico. Quando o bebê alcançar um sono noturno prolongado – de 8 a 10 horas – já é possível instalá-lo no próprio quarto.

Palavra-chave na criação de crianças, a rotina também é essencial para a questão do sono. “Ritmo é lei, e os pais precisam saber disso. Para que o bebê durma cedo, é fundamental que a criança passe o dia seguindo uma rotina. Assim, o relógio biológico vai se formando após o nascimento”, defende o pediatra.

Desde a chegada da maternidade o bebê deve ser inserido na rotina da casa. Não se deve desligar telefones, rádios ou aparelhos de TV durante o dia, nem mesmo escurecer o quarto ou ambiente que o bebê adormece. Os barulhos e a claridade o ajudam a distinguir o dia da noite”, fala Gisele Aguilar. “Às vezes, os pais têm dificuldade em entender, mas os bebês gostam de rotina”, acrescenta a pediatra.

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terça-feira jun 29, 2010

Chupetas nas escolinhas e creches

chupeta

1. Para que serve a chupeta?
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa “pacificador”). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.

2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. “É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso”, explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.

3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.

4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. “Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida”, explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

Fonte Revista Nova Escola

Curso de Berçarista e Auxiliar de classe, para pedagogas, alunas do curso de pedagogia, babás e professores de escolinhas

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quarta-feira jun 23, 2010

Educação Inclusiva

Durante séculos, o mundo tratou as crianças com deficiência como doentes que precisavam de atendimento médico, não de Educação. Essa perspectiva começou a mudar na década de 1950. Mas foi só nos anos 1990 que as velhas ideias assistenciais foram suplantadas pela tese da inclusão. Procurava-se garantir o acesso de todos à Educação. Documentos como a Declaração Mundial de Educação para Todos, de 1990, e a Declaração de Salamanca, de 1994, são marcos desse movimento.

Curso: Educação Inclusiva - Unire Desenvolvimento Humano

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quarta-feira jun 23, 2010

Dúvidas sobre Inclusão

1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?
Aos olhos da lei, essa questão não existe - todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários. “Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola”, explica Daniela Alonso, psicopedagoga especializada em inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10.

2. As turmas que têm alunos com deficiência devem ser menores?
Sim, pois grupos pequenos (com ou sem alunos de inclusão) favorecem a aprendizagem. Em classes numerosas, os professores encontram mais dificuldade para flexibilizar as atividades e perceber as necessidades e habilidades de cada um.

3. Quantos alunos com deficiência podem ser colocados na mesma sala?
Não há uma regra em relação a isso, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por sala. Vale lembrar que a proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população.

4. Para torna a escola inclusiva, o que compete às diversas esferas de governo?
“O governo federal presta assistência técnica e financeira aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para o acesso dos alunos e a formação de professores”, explica Claudia Pereira Dutra, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). Os gestores estaduais e municipais organizam sistemas de ensino voltados à diversidade, firmam e fiscalizam parcerias com instituições especializadas e administram os recursos que vêm do governo federal.

(nte: Revista Nova Escola)

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terça-feira jun 22, 2010

As primeiras alimentaçoes do Bebê

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Para a alimentação de seu bebe, prepare alimentos que possam ser amassados, raspados, cortados, que permitam a sensibilização a novas texturas, sabores diferenciados, consistências diferentes, e que permitam uma transição mais tranqüila entre a fase liquida e a alimentação solida do final do primeiro ano de vida. Talvez com isto tenhamos menos problemas na alimentação e tenhamos tempo para nos dedicarmos mais integralmente ao carinho, dedicação e paciência que nossos filhos merecem.

São dicar do Dr. Mauro Fisberg, nutrólogo especialista em nutrição na infância e adolescência

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terça-feira jun 22, 2010

Introdução de Novos Alimentos na Infância

Dicas para aceitação de novos alimentos

· Tente introduzir novos alimentos de forma precoce, mas sempre após a autorização do pediatra ou pessoal da área de saúde. Introduza os alimentos de forma lenta e tranqüila, aumentando aos poucos o tamanho da porção, mesmo que bem aceita a princípio.

· Não fique assustada ou surpresa se ele rejeitar novos alimentos. Como eu já disse, às vezes precisamos repetir este novo alimento inúmeras vezes até que ele decida experimentar.

· Lembre de sempre conversar, explicar, encorajar, apoiar. Não seja negativista e tente introduzir alimentos parecidos ao que ele já aceita. Lembre que para a criança ovo frito é totalmente diferente de ovo cozido…

· Estabeleça limites, especialmente de horários, comportamentos, de duração de refeições, e não castigue, não brigue, não compre seu filho com guloseimas, não force em demasia.

· O processo educativo é coerente. Não use pesos e medidas diferentes para irmãos ou familiares e dê o exemplo sempre. Todos os membros da família devem receber o novo alimento ou a preparação que não é facilmente aceita.

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terça-feira jun 22, 2010

Alguns Tipos de Alimentos no Mercado

Convencional: produzido com o uso do solo, de adubos químicos altamente solúveis e com o uso de agrotóxicos (inseticidas, fungicidas, acaricidas, bactericidas, nematicidas, herbicidas, entre outros).

Orgânico: conhecido como um produto isento de fertilizantes químicos e agrotóxicos, produzido em solo vivo, com boas condições para que se desenvolva bem e produza um alimento sadio e sem resíduos tóxicos. Para a produção dos orgânicos não é permitido usar agrotóxicos e adubos químicos de alta solubilidade e nenhum produto que deixe resíduo no solo, na água, no animal e nos alimentos. O alimento traz em sua embalagem o “selo verde” como garantia de sua qualidade. Já existem diversos produtos orgânicos no mercado, como sucos, geléias, laticínios, óleos, doces, palmito, pães, biscoitos, molhos, especiarias, cerveja, vinho, cachaça, café, barra de cereais, hortaliças processadas, entre outros. O grande obstáculo desses produtos é preço - em média, 40% mais elevado que os dos produtos convencionais.

Hidropônico: produzido em ambiente protegido (estufas) sem o uso de solo e com o uso de adubos químicos de fácil solubilidade em água. Como o cultivo é feito longe do solo, as plantas não têm contaminantes como bactérias, fungos, lesmas, insetos ou vermes. E, por serem criadas em um ambiente controlado, crescem mais saudáveis.

Funcional: é todo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta habitual produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou benéficos à saúde. Esses alimentos possuem três propriedades principais: reduzem o risco de doenças, modelam funções do sistema imunológico e melhoram ou modulam a disposição e o desempenho físico. Mas fique atento: os alimentos funcionais não são destinados a tratar ou a curar doenças, e sim contribuir para uma melhor qualidade de vida. 

Transgênico: é geneticamente modificado. Nesse processo, a planta adquire propriedades de certas bactérias, o que faz com que funcionem como inseticidas naturais ou que resistam a um determinado tipo de herbicida.

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terça-feira jun 22, 2010

Vantagens do consumo das frutas, para as crianças

- Fonte de micronutrientes, fibras (que beneficiam o intestino, evitando prisão de ventre) vitaminas e minerais indispensáveis para o crescimento.
- São de fácil digestão e promovem saciedade.
- É um alimentos de baixa densidade energética, isto é, com poucas calorias em relação ao volume da alimentação consumida, o que favorece a manutenção do peso corporal.
- Existem diversas formas para as crianças e adultos consumirem frutas: ao natural, em sucos, refrescos, batidas com leite, sorvetes, saladas, purê, em combinação com salgados, presunto, aves e carnes. Também podem ser consumidas assadas, cozidas, em compota, doces em massas, gelatinosas, geléias, cristalizadas e secas.
- As frutas cítricas têm vitamina C e bioflavonóides, nutrientes importantes para reforçar o sistema imunológico. Já as frutas vermelhas e alaranjadas são fartas em caroteno, substância considerada anticancerígena.

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terça-feira jun 22, 2010

Festa Junina

As festas juninas que comemoramos hoje comendo muita pipoca e dançando quadrilhas são celebradas há muito tempo. Os povos antigos faziam uma grande festa, no mês de junho, para garantir uma boa colheita durante todo o ano, com um ritual da fertilidade. A tradição perdurou e, no século 4, a Igreja Católica adotou a celebração e chamou-a de Festa Joanina, em homenagem a São João Batista, que nasceu em 24 de junho. Hoje, é a tradicional Festa Junina, em que também são comemorados o dia de Santo Antônio (13 de junho) e São Pedro (29 de junho), com direito a roupa com retalhos de tecido xadrez, bandeirinhas e muitas, mas muitas brincadeiras.

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sexta-feira mai 28, 2010

TV Bandeirantes na UNIRE

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Hoje o apresentador Ricardo, do Programa Silvia Popovic esteve na UNIRE  para gravar partes do curso de Babá. Uma entrevista que em breve irá ao ar.

Unire, sempre à frente no que se refere a formação de Babás.

Treinamos babás há mais de 15 anos, ensinando para que as crianças estejam melhor cuidadas. Desta vez o assunto no programa será: Babá homem. Você teria um?

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