A mesma brincadeira pode precisar de diferentes maneiras de acontecer
Trabalhar com crianças de idades diferentes ensina uma coisa importante: crescer não significa apenas ficar maior.
As capacidades, os interesses e as formas de participar de uma atividade também mudam.
Uma brincadeira que funciona muito bem com uma criança de dois anos pode precisar de outra abordagem para uma criança de cinco.
Por isso, conhecer recreação para diferentes faixas etárias é mais do que acumular jogos e músicas.
É compreender que uma mesma proposta pode ser adaptada de acordo com o desenvolvimento, o ritmo e as características do grupo.
Uma roda cantada pode ganhar novos desafios. Um jogo pode ter regras modificadas. Uma atividade de movimento pode ser simplificada ou ampliada.
O profissional deixa, então, de pensar apenas em "qual brincadeira vou fazer?" e começa a pensar em uma pergunta mais interessante:
"Como essa brincadeira pode fazer sentido para estas crianças?"
Essa mudança de olhar transforma o repertório de atividades em uma ferramenta de trabalho.
