Ajudar alguém a manter sua autonomia também é uma forma de cuidado
Quando uma pessoa envelhece, algumas atividades que antes pareciam simples podem começar a exigir mais tempo, esforço ou auxílio.
É natural que isso faça surgir a vontade de fazer tudo por ela.
Mas ajudar não significa necessariamente substituir.
A formação de Cuidador de Idosos aborda capacidade funcional, atividades da vida diária e diferentes formas de acompanhar o idoso em sua rotina, além de trabalhar aspectos físicos, psicológicos e sociais do envelhecimento.
Em determinadas situações, oferecer apoio pode significar permitir que o idoso continue fazendo aquilo que ainda consegue realizar, mesmo que precise de mais tempo.
É uma diferença pequena na aparência, mas importante na prática.
Fazer por alguém pode ser mais rápido.
Ajudá-lo a continuar fazendo por si mesmo pode ser muito mais significativo.
Porque preservar a autonomia não significa fingir que as limitações não existem, significa não permitir que elas definam tudo aquilo que uma pessoa ainda pode fazer.
