Ajudar alguém não significa fazer tudo por essa pessoa
Existe uma diferença importante entre cuidar de alguém e substituir essa pessoa.
Quando uma atividade se torna mais difícil para um idoso, pode parecer natural simplesmente fazê-la por ele. Em determinadas situações, isso realmente será necessário. Em outras, porém, talvez ele ainda consiga realizá-la com algum tempo, adaptação ou auxílio.
A formação de Cuidador de Idosos trabalha capacidade funcional e atividades da vida diária, além dos diferentes aspectos do envelhecimento.
Esse conhecimento ajuda a compreender que autonomia não significa ausência de limitações.
Um idoso pode precisar de ajuda e, ao mesmo tempo, continuar querendo escolher sua roupa, participar de uma tarefa, decidir o que gostaria de fazer naquele dia ou realizar sozinho aquilo que ainda consegue.
Para o cuidador, isso exige atenção: saber quando intervir e quando permitir que a pessoa tente.
Porque fazer tudo pelo outro pode ser mais rápido, mas quando é possível e seguro, ajudá-lo a continuar fazendo por si mesmo pode ser uma forma muito mais profunda de cuidado.
